quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Dói-me a Alma


Quero sangrar a alma de uma vez, ela dói tanto, tanto... trespassada por uma dor sem limites vira-se do avesso e contorce-se de sofrimento, eu balanço nos dias encostada a um canto, seguro a face que já não reconheço.

Que é feito de mim?
Que é feito da minha vida?

Apago as velas de um aniversário só, apago as cinzas dos cigarros que ainda aquecem o quarto vazio, apago as tuas pegadas e deixo que me ardam as entranhas, pouco a pouco, bem fundo, sangrando como um animal ferido, sem dono, sem lugar onde ficar, assim sinto morrer devagar o meu pobre coração.

6 comentários:

Drews disse...

Danço contigo sim!
Beijos em tua alma!

Bella volte sempre!

Frase.

Não se pode rejeitar a tristeza, assim como não se pode rejeitar a sombra. A grande beleza de uma paisagem vem do contraste entre a luz e a sombra.

foryou disse...

Deixar morrer o coração? Que faltinha de gosto! Não deixes!!!


beijoooo

Paulo Afonso disse...

Um dia a vida acontece... cingirias o teu mistério que rodopia sobre a tristeza instalada no momento mágico da criação, então o espírito estreita-se e enobrece-se de consciência e foge para deixar-te passar... aí com o teu guia seguirá o teu caminho da felicidade.
Deixarás estes dias redondos de sombra verdejante para trás…

Beijo de amizade

Arion disse...

Finalmente, encontrei um pedacinho para passar por aqui. Gosto. vou voltar! E o coração não pode morrer, menina!

carla granja disse...

OLÁ! ENTREI HOJE NO TEU BLOG E GOSTEI , MAS TÁ MUITO TRISTE ESTE POEMA ESPERO K SEJA SÓ FICÇÃO POIS KERER DEIXAR MORRER O CORAÇÃO É K NÃO PODE NÃO. EU TMB FAÇO POEMAS UNS MAIS ALEGRES OUTRO MENOS. SE KISERES DÁ UMA OLHADA NO MEU BLOG
HTTP://PAIXOESEENCANTOS.BLOGS.SAPO.PT
BJO
CARLA GRANJA

Carmen Steffens - Dolce Vita Monumental Saldanha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.